A primeira cerveja foi Anchor Steam: San Francisco’s Original Amber Lager.
A segunda foi Anchor Liberty Ale: Rich, Hoppy, Delicious Pale Ale.
Existe um mood quando uma viagem termina que quase sempre me deixa deprimido. Parece que por alguns dias a gente mergulhou tanto nessa cultura, viu tanta coisa nova, tanta coisa diferente, conheceu pessoas, reencontrou pessoas, reviu amigos, passou horas no escritório, por alguns momentos até deu pra sentir que de alguma maneira a gente era parte daquilo tudo e aquilo tudo duraria pra sempre.
Quanta informação de moda, de estilo de comportamento. Quantas marcas novas, quantas lojas, vitrines, coleções, os perfumes (Burberry Brit or Burberry The Beat?). E os filmes? E os 3 jornais todo dia na porta do quarto? E as comidas, meu Deus? E as revistas, Jesus Maria José? E as lojas de decoração? E as pessoas? E o look das pessoas nas ruas?
O clima é outro, a maneira que as pessoas se comportam é outra, a maneira que elas falam com você, que elas te olham. Ninguém te beija mas todo mundo te abraça. Ás vezes parece até mais íntimo o abraço do que o beijo. Eu gosto da formalidade que o Inglês às vezes impõe, tudo é Excuse me, I’m sorry, I beg your pardon, Would you mind, Could I have, You may have...
Quando eu era criança achava que os Estados Unidos era o país perfeito das pessoas lindas, ricas e educadas. Para mim era um misto de Dinamarca com o dinheiro de Dubai e a cultura da França. OK, está bem longe disso eu sei. Mas o que me surpreende é o acesso que a média da população tem, acesso que vai desde a compra de todas as revistas importadas do mundo até voar para todos os destinos do mundo.
Talvez a classe alta no Brasil até seja igual ou maybe mais sofisticada em algumas circunstâncias, mas o que é interessante neste país é ver o standard of living que eles conseguiram, para quem não é milionário. O acesso que a classe média tem a tudo isso me espanta.
Havia decidido não fazer mais comparações entre pessoas, países, culturas etc, porque toda a comparação quase sempre pressupõe depreciação. Mas não consegui nesta viagem.
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No dia da festa no Fog City Diner, todo mundo bebeu tanto que eu partly remember de como foi o final da festa. Lembro que todo mundo estava tão feliz, depois de dias e dias trancados na sala de reunião, que as pessoas pareciam até mais bonitas. Sam, John, Anne, Anit, Kristine, Rene, Renee, Gem, Rosemary, todos lindos e felizes.
Quando essa festa acabou, lembro vagamente do Mariano ter me levado em outra festa, onde estavam o Jason e a Erika, e encontrar a Carol Ciappa, a Maria Adelaida e a Paty Ochoa. Acho que era uma festa da Independência do México, mas mais não posso contar. Lembro que tinha um telão com um jogo dos Giants e as pessoas gritavam: Go Giants!
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Decisões e conclusões so far:
1. Só usar 501 ou Khaki Pants. Ou calça de moletom quando for o caso;
2. Esquecer as camisetas com prints ou qualquer peça que tenha mais de uma cor contrastante. Isso inclui os tênis;
3. Continuar usando black e shades of gray;
4. Eu serei uma pessoa mais feliz quando terminar o MBA;
5. Investir em underwear e meias de qualidade. Cuecas: Branco, preto, cinza. Meias: Marrom, khaki, azul marinho, preto;
6. Os sapatos da Richards são os melhores, ou tem o melhor custo-benefício;
7. Voltar a usar barba;
8. Eu sou uma pessoa mais feliz quando posso ir na minha academia. As de hotel nunca são iguais às nossas. Você deve treinar onde se sinta feliz;
9. Trocar de perfume;
10. A não ser que a balada seja incrível, ou o lugar seja worth visiting, nada supera uma boa noite de sono;
11. Viajar dentro do Brasil pode ser tão interessante quanto viajar para o exterior. Você prefere um hotel 5 estrelas em San Francisco ou um Chalé na montanha em Monte Verde? Think twice. A resposta pode não ser óbvia.
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Los Angeles, Santa Monica, Venice, Marina del Rey, here I go.
Peço mais uma cerveja antes de embarcar?
A segunda foi Anchor Liberty Ale: Rich, Hoppy, Delicious Pale Ale.
Existe um mood quando uma viagem termina que quase sempre me deixa deprimido. Parece que por alguns dias a gente mergulhou tanto nessa cultura, viu tanta coisa nova, tanta coisa diferente, conheceu pessoas, reencontrou pessoas, reviu amigos, passou horas no escritório, por alguns momentos até deu pra sentir que de alguma maneira a gente era parte daquilo tudo e aquilo tudo duraria pra sempre.
Quanta informação de moda, de estilo de comportamento. Quantas marcas novas, quantas lojas, vitrines, coleções, os perfumes (Burberry Brit or Burberry The Beat?). E os filmes? E os 3 jornais todo dia na porta do quarto? E as comidas, meu Deus? E as revistas, Jesus Maria José? E as lojas de decoração? E as pessoas? E o look das pessoas nas ruas?
O clima é outro, a maneira que as pessoas se comportam é outra, a maneira que elas falam com você, que elas te olham. Ninguém te beija mas todo mundo te abraça. Ás vezes parece até mais íntimo o abraço do que o beijo. Eu gosto da formalidade que o Inglês às vezes impõe, tudo é Excuse me, I’m sorry, I beg your pardon, Would you mind, Could I have, You may have...
Quando eu era criança achava que os Estados Unidos era o país perfeito das pessoas lindas, ricas e educadas. Para mim era um misto de Dinamarca com o dinheiro de Dubai e a cultura da França. OK, está bem longe disso eu sei. Mas o que me surpreende é o acesso que a média da população tem, acesso que vai desde a compra de todas as revistas importadas do mundo até voar para todos os destinos do mundo.
Talvez a classe alta no Brasil até seja igual ou maybe mais sofisticada em algumas circunstâncias, mas o que é interessante neste país é ver o standard of living que eles conseguiram, para quem não é milionário. O acesso que a classe média tem a tudo isso me espanta.
Havia decidido não fazer mais comparações entre pessoas, países, culturas etc, porque toda a comparação quase sempre pressupõe depreciação. Mas não consegui nesta viagem.
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No dia da festa no Fog City Diner, todo mundo bebeu tanto que eu partly remember de como foi o final da festa. Lembro que todo mundo estava tão feliz, depois de dias e dias trancados na sala de reunião, que as pessoas pareciam até mais bonitas. Sam, John, Anne, Anit, Kristine, Rene, Renee, Gem, Rosemary, todos lindos e felizes.
Quando essa festa acabou, lembro vagamente do Mariano ter me levado em outra festa, onde estavam o Jason e a Erika, e encontrar a Carol Ciappa, a Maria Adelaida e a Paty Ochoa. Acho que era uma festa da Independência do México, mas mais não posso contar. Lembro que tinha um telão com um jogo dos Giants e as pessoas gritavam: Go Giants!
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Decisões e conclusões so far:
1. Só usar 501 ou Khaki Pants. Ou calça de moletom quando for o caso;
2. Esquecer as camisetas com prints ou qualquer peça que tenha mais de uma cor contrastante. Isso inclui os tênis;
3. Continuar usando black e shades of gray;
4. Eu serei uma pessoa mais feliz quando terminar o MBA;
5. Investir em underwear e meias de qualidade. Cuecas: Branco, preto, cinza. Meias: Marrom, khaki, azul marinho, preto;
6. Os sapatos da Richards são os melhores, ou tem o melhor custo-benefício;
7. Voltar a usar barba;
8. Eu sou uma pessoa mais feliz quando posso ir na minha academia. As de hotel nunca são iguais às nossas. Você deve treinar onde se sinta feliz;
9. Trocar de perfume;
10. A não ser que a balada seja incrível, ou o lugar seja worth visiting, nada supera uma boa noite de sono;
11. Viajar dentro do Brasil pode ser tão interessante quanto viajar para o exterior. Você prefere um hotel 5 estrelas em San Francisco ou um Chalé na montanha em Monte Verde? Think twice. A resposta pode não ser óbvia.
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Los Angeles, Santa Monica, Venice, Marina del Rey, here I go.
Peço mais uma cerveja antes de embarcar?
Um comentário:
engracado... voltei pensando a mesma coisa a respeito do acesso da classe media a tudo!!! e depois de dois meses voltei pensando como os valores das pessoas aqui no Brasil sao diferentes das de San Francisco...isso me assusta bastante! e tb nao quero achar que um e melhor do que o outro...
quanto ao chale ou as 5 estrelas, acho que o chale foi BEM melhor....
SORRY ABOUT THAT !
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